sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Forças Armadas em Parceria com a Biblioteca Nacional

Biblioteca Nacional ajuda Forças Armadas na promoção do hábito de leitura no seio dos militares, isto que é fruto da assinatura de um memorando de entendimento entre as duas instituições, que aconteceu ontem, dia 18, na Cidade da Praia.


“Esta parceria é uma oportunidade de trabalho com cidadãos com nível de escolaridade e interesse diferenciado”, notou a responsável, informando que a vertente da capacitação do pessoal das Forças Armadas vai ser nas áreas dos arquivos e da biblioteca.
Por outro lado, avançou que esta parceria insere-se também no quadro do reforço da imagem da Biblioteca Nacional, com a ideia de contemplar na sociedade cabo-verdiana um público “bastante variado”, dentro do Plano Nacional de leitura.
Por sua vez, o director de Gabinete das Forças Armadas, José da Graça, disse que elevação do sentido patriótico não pode ser feita fora do quadro do livro e da leitura.
“O militar não deve saber apenas manejar os equipamentos militares e somente questões atinentes à guerra”, notou o tenente-coronel José da Graça, para quem é muito importante que os militares tenham a consciência da importância da leitura na sua formação integral como cidadão.

Dia dos Heróis Nacionais

Cabo Verde inicia hoje atividades para assinalar o dia dos  Heróis Nacionais, uma vez que no dia 20 de Janeiro completa 45 anos da morte de Amílcar Cabral, por isso todos que contribuíram para a Independência do País serão homenageados.



O dia 20 de janeiro, é um dia muito importante e especial para os cabo- verdeanos, pois este é o dia que vai ser comrmorado o dia dos "Heróis Nacionais", por ser este dia, em Cabo Verde será feriado nacional , este ano marca os 45 anos do assassínio, na Guiné-Conacri, em 1973, do fundador do então PAIGC e atual PAICV e líder dos movimentos independentistas da Guiné-Bissau e Cabo Verde.


O passado, o presente e o futuro dos heróis nacionais é muito importante para os cabo-verdianos, por isso, será realizado uma conversa aberta hoje à tarde na Presedência da República de Cabo Verde.
O evento está enquadrado na Semana da República, que assinala também o 13 de janeiro, dia da Liberdade e da Democracia e mais valorizada pelo Movimento para a Democracia (MpD), atualmente no poder.
O Partido Africano da Independência de Cabo Verde (PAICV, na oposição), que Amílcar Cabral foi um dos fundadores e o primeiro líder e ao qual a data é mais associada e valorizada, organiza hoje à tarde um diálogo sobre a atualidade do pensamento de Amílcar Cabral.
Os palestrantes são o comandante Osvaldo Lopes da Silva, a ex-ministra Cristina Fontes Lima e Miriam Spencer Lima.
O ponto alto das cerimónias será no sábado, com a tradicional deposição de uma coroa de flores junto ao memorial Amílcar Cabral, na Praia, uma iniciativa da Associação dos Combatentes da Liberdade da Pátria, presidida pelo chefe de Estado, Jorge Carlos Fonseca.
No mesmo dia, a Fundação Amílcar Cabral, presidida pelo antigo Presidente cabo-verdiano Pedro Pires, vai realizar um jantar na cidade da Praia para homenagear os heróis nacionais.
Numa cerimónia cultural e a ser realizada num dos hotéis da capital, haverá música ao vivo, exposição de pintura e de livros e declamação de poesia para lembrar todos aqueles que deram um contributo pela luta da independência do país.

Eleições na Unicv- Momento decesivo


Pela segunda vez, os professores, estudantes e funcionários administrativos são chamados a escolher, uma figura que irá representar e governar a Universidade Pública nos próximos quatro anos. Judite Nascimento, actual reitora e candidata a um novo mandato, tem pela frente os professores Artur Furtado, Corrine Almeida e Eurídice Monteiro.



Em primeiro lugar para submeter qualquer candidatura, requer um motivo por detrás, por isso os quatro candidatos apresenta as suas motivações e não só.

Artur Furtado: Em primeiro lugar, devo dizer que existe mais do que uma motivação para esta minha candidatura; existem, pelo menos, três motivações: A primeira motivação tem a ver com o acudir aos apelos. Apelo do pessoal docente, apelo do pessoal não-docente, apelo dos alunos e apelo de muitas outras figuras proeminentes da sociedade política e, bem assim, da sociedade civil que conhecem e tinham proposto e insistido para que me disponibilizasse para me candidatar ao cargo de Reitor da Universidade de Cabo Verde; 


Corrine Almeida: Por amor à casa na qual estou há 16 anos, tendo sido transferida do ex-ISECMAR. E, por sentido de dever. Analisando os instrumentos legais da Uni-CV, constatamos que esta está bem servida. Entretanto, a academia está descontente quanto ao que têm sido as práticas e, em muitas situações, estas têm deteriorado. Perante a discrepância entre os normativos e as práticas, urge que avancemos com nossa candidatura que tem por slogan Rebeldia pela Causa Uni-CV. 

Eurídice Monteiro: Nós queremos congregar docentes, funcionários e estudantes em torno de um projecto para a Uni-CV. A concretização desta candidatura resulta do facto de termos sentido o incentivo, carinho e entusiasmo da comunidade académica. Esta candidatura acredita no país e no futuro do ensino superior em Cabo Verde, que compreende o papel que está reservado às Ciências, à Tecnologia e ao Conhecimento nas sociedades modernas e, em particular, na nossa. É uma candidatura que traz como desafio um novo conceito de universidade assente na ideia de que uma universidade é, essencialmente, um pólo, por excelência, da produção do conhecimento científico, técnico e pedagógico. 

Judite Nascimento: A minha motivação para a recandidatura baseia-se nos seguintes aspectos: o progresso da Universidade nesses últimos quatro anos; a necessidade de capitalização dos ganhos já alcançados e de consolidação dos projectos implementados durante o mandato actual; a existência de grandes oportunidades no plano externo, destacando-se os programas internacionais para o ensino superior e investigação a nível da Europa, América, África e Ásia (China); o prestígio já granjeado pela Uni-CV nas redes internacionais de que faz parte; e, por último, e não menos importantes, o compromisso sério com a causa da universidade pública, a experiência pessoal e capacidade para assegurar o processo de transformação desse grande projecto nacional que é a Universidade de Cabo Verde.
Segundo, o Expresso das ilhas

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Os grandes conflitos da atualidade


Os conflitos mundiais tem sido espalhado pelo mundo. Desde então vários fatores estão na origem destes conflitos . 

As rivalidades étnicas religiosas e nacionalistas. Contudo a disputa entre Estados ou mudanças de fronteiras é mais um dos motivos pelo qual a guerra tem-se desenvolvido a cada dia.


Não se pode falar dos conflitos mundiais,  sem se mencionar os EUA. Um país que desde a primeira guerra muldial marca prisença em todos, näo só pela luta da independência Norte-Americana, como também, um dos países que domina o mundo pelo seu caráter lucrativa mnetário.

No mundo,  existem regiões que vivem intenso conflitos, resultantes de vários motivos, como luta por territórios, luta pela independência sem se omitir os recursos minerais, egoismo, política, e entre outros motivos.

Em todos os continentes é possível, identificar focos de tensão que colocam em risco, a paz, daqueles que vivem nos locais que estão envolvidos as realidade s étnicas  e os grandes fatores porporcionadores dos conflitos mundiais.


"Confrontos herdados da Guerra Fria, como a guerra civil em Angola, também resistem à passagem do milênio. A Federação Russa, que disputava a hegemonia mundial com os norte-americanos, atravessou os últimos anos mergulhada em uma grave crise interna. " Fonte- www.coladaweb.com



Tipos de conflitos
- Guerra entre Estados, Guerra Cívil ou guerrilha;Separatismo por ocupação estrangeira;Separatismo no interior design estado;Tribunais de guerra;Situação dos refugiados;Armamentos no mundo; Armas nucleares;Minas terrestre.
   


Alguns dos países em conflitos atualmente












É este o dilema que se vive actualmente no mundo,  devido a intensos factores proporcionadores dos conflitos mundiais.

Portanto a multiplicação dos conflitos é uma características marcante  para o mundo nos últimos tempos.

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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Mau ano agricula provoca tristeza aos Cabo verdianos

À semelhança do ano dois mil e catorze, este ano repitiu-se a maesma “tragédia”: a
 falta de chuva.
Devido ao mau ano agrícola, não houve festival do milho nas barrragens.
Vê-se triteza nos olhos dos cao-verdianos. No entanto, a falta da “bendita água” representa a fome, a seca e o desastre para o país.

Tendo em conta a falta do milho este ano ao contrário dos anos anteriores, o primeiro de Novembro, representa um dia de passeio e de convívio para as famílias.

A famosa barragem do Orgãos se encontra”deserta” e o movimento das pessoas nas ruas é muito lenta. Há quem não se tinha resistido em ficar em casa, na esperança de encontrar o milagroso milho para saborear.

Cabo Verde se encontra numa fase lastimável e a prova disso é este dia um de Novembro, em que não há milho para”contar história”, salienta Arlindo Teixeira.

O supracitado acrescenta ainda que, estamos numa fase muito triste: “Para mim estamos a pagar pelo castigo, é aqui na terra o inferno” para todos, salienta.


Os olhos dos cabo-verdianos, representa claramente a tristeza por que o país está a passar. Os campos já não têm mais nada, na não ser terra seca, para desanimar o povo.


A morte de animais, a falta de pastos, a falta de água, a subida generalizada dos preços dos produtos são as consequências do mau ano agrícola.


Como a esperança é sempre a última que morre, há quem, ainda acredita que no mês de Novembro, vai chover, e que pelo menos, haverá água e pastos para animais.


O milho desde sempre foi a raíz da cultura cabo-verdiana. É do milho que muitas pessoas se alimentam e é dele que se extrai a força  dos homens cabo-verdianos.


“Não consigo ver Cabo Verde sem a chuva, quando é assim o meu pensamento retorna logo ao ano da miséria(1947)”, destaca Joana Pereira agricultores.



É este o dilema que Cabo Verde vem enfrentando neste mau ano agrícola, o povo procura não questionar nem atribuir culpa a natureza. Respira  ar de esperança de que o próximo ano agrícola seja bem melhor.

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”


O surgimento da Internet deu-se no ano 1960/1969, na área militar nos Estados Unidos da América, perante a guerra fria. A partir daí houve a evolução da Internet pelo mundo, o que tornou o mundo mais fácil de se comunicar e de se informar.
Contudo, com o surgimento de diferentes redes sociais, qualquer pessoa tem a liberdade de criar um perfil e divulgar aquilo que bem quiser.
Cabe aos utilizadores das redes sociais decifrarem o bem do mal.



As redes sociais hoje em dia tem uma grande repercussão na sociedade, daí as pessoas podem se informar a partir delas.
Mas assim como tudo tem as suas vantagens e desvantagens, este também não foge á regra.
A vantagem é que as pessoas se informam mais fácilmente nas redes sociais do que nos sites. Pois a partir das redes sociais as pessoas vão para os sites no sentido de certificarem as informações.

“Aí, entra o papel e propósito do jornalismo sério e responsável que, além de pesquisar e ir a fundo na verdade, vai incentivar essa preocupação. É sim mais fácil compartilhar do que checar a veracidade, então, saiba em quem confiar. Que comece a guerra contra a desinformação”.

Por outro lado a desvantagem de redes sociais é que, as redes sociais não destaca aquilo que é confiável. Apenas o que faz os usuários ficarem conectados, mas não tem sentido como fonte de informação.

Com a evolução das redes sociais, os internautas discunfiam das noticias divulgadas nas redes sociais, uma vez que as pessoas nao precisam
ser jornalistas para divulgar as noticias nas redes sociais. Porém as vezes as noticias das redes sociais é verídico, mas na maioria das vezes trata-se de um fake news.

É preciso ter muito cuidado com as notícias divulgadas nas redes socias, pois sempre há necessidade de averiguar notícias em sites ou jornais para terem a certeza.

Segundo o jornalista Bruno Maura, as noticias das redes socias não é credível como fonte de informacao, há que averiguar sempre em sites e jornais.

As redes sociais, ajuda na evolução dos sites, pois as pessoas estão nas redes sociais e não nos sites, é a partir dali que as pessoas dirigem aos sites, acrescenta o jornalista Bruno Maura.

“Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” – Joseph Goebbles (ministro da Propaganda de Adolf Hitler)


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Itália dará cursos sobre combate a fake news para estudantes




sexta-feira, 30 de junho de 2017

Jose Luiz Tavares, lanca"obra contrabando de cizas"




Jose Luiz Tavares, e o autor de mais "obra contrabando de cizas". A biblioteca Nacionalo e o local onde aconteceu a cerimonia.O lançamento deste que é o sétimo livro do premiado autor, José Luís Tavares, acontece por ocasião dos seus 50 anos.




“Contrabando de Cinzas” , contem  300 páginas, este que e uma “revisitação e súmula da sua poesia édita e inédita”, segundo o autor, exceptuando aquela escrita para neo-leitores jovens e adultos, e a que está escrita em língua cabo-verdiana.

Segundo a fonte : Sapo.cv, José Luís Tavares nasceu em Tarrafal (Chão Bom), em 1967. Figura-se hoje como um dos nomes da nova literatura nacional, sendo a sua poesia reconhecida em vários países.


O autorJá  recebeu vários prémios nomeadamente em Portugal, Espanha, Brasil e Cabo Verde. Em 2011 foi premiado pela terceira vez consecutiva com o prémio Literatura para todos, promovido pelo Ministério da Educação do Brasil, com a obra “Arca do Banzé”.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

Cidade Velha, elevação a Património Mundial da Humanidade.



O Ministério da Cultura e das Industrias Criativas,através do instituto do Património Cultural, tem preparado um leque de actividades nesta segunda feira , 26 de Junho, ocasião pela qual a Cidade Velha comemora 8ª aniversário da elevação a Património Mundial da Humanidade.

Resultado de imagem para imagens sobre cidade velhaA camara Municipal da Ribeira Grande Santiago, a Paróquia de Cidade Velha e as Associações Comunitárias, organizam um conjunto de atividades, com vista á comunidade estudantil, universitária em geral.

Estórias e memórias, tesouros humanos vivos, jogos tradicionais, educação patrimonial na praça pilourinho, palestras sobre os desafios da gestão dos oito anos da classificaçaõ da Cidade Velha e dos seus monumentos, feira de artesanato, degustação de produtos típicos, são algumas das atividades registrada na programação preparadas para celebrar e comemorar esta magnifica data, a Património Mundial da Humanidade. 

“O reconhecimento da importância histórica da Cidade Velha pela UNESCO tem contribuído para uma maior visibilidade deste sítio por um lado, e por outro a uma maior conscientização sobre a necessidade de salvaguardar o legado existente em benefício das gerações presente e futura”.

Abrão Vicente, Ministro da Cultura e das Indústrias Criativas, é o presidente da cerimória em comemoração ao dia. A cerimónio terá lugar no Largo do Pilourinho.

sábado, 24 de junho de 2017

"Colá San Jon", uma Cultura que vem na alma dos Cidãos



 San Jon.jpeg


A festa de S. João Baptista, ou do "colá San Jon", é celebrada anualmente a 24 de é uma das principais festas populares nas ilhas de Barlavento – Santo Antão, S. Vicente, S. Nicolau e Boa Vista – e na Brava. Nas ilhas de barlavento, esta festa tem as mesmas características. Já na ilha da  Brava esta festa já possui características distintas e originais.

Em S. Vicente a festa decorre na Ribeira de Julião, localidade que situa-se a poucos quilómetros da cidade do Mindelo.
Acompanhada da missa, comeres, beberes e dança, barrulho de tambores e de apitos. A dança é denominada colá San Jon, sobretudo praticada entre mulheres mas também entre homens e mulheres. 

Os tambores, cuja forma são de origem portuguesa, são tocados com baguetes, produzindo um ritmo sincopado nitidamente africano. Tambores e apitos dirigem as dançarinas, que aceleram as umbigadas consoante o toque.

A festa de São João Batista é uma festa, onde na maioria das ilhas há o tradicional saltar da fogueira, eventualmente recordando o imemorial culto do fogo, e os fogos de artifício, praticada também em Portugal associada à celebração do dia do Santo, na noite de véspera.

“O Nhô San Djôm (“Senhor S. João”) da ilha Brava, não possui a umbigada característica das ilhas de barlavento. As coladeiras fazem os balanceios do "colá San Jôm", mas apenas colam, isto é, cantam ao desafio numa espécie, às vezes, de louvor e outras, fazendo lembrar a curcutiçan da ilha do Fogo, tipificada pela cantadeira Ana Procópio.